sábado, 5 de febrero de 2011

IRMÃ FÁTIMA ADELAIDE

Adelaide Ramos Bilo.
Entre Espanha e Portugal.
Para alegria dos pobres
ferreirinha nada mais.

Nada mais e nada menos
fose humilde peregrina.
Passo de ser Adelaide,
a ser Fátima madresinha.

A sua força e juventude
foram para Deus e os homens.
Aqueles que as suas doenças
foram doenças de pobres.

Pelas ruas empedradas,
ruas de Aldeia da Ponte
foram seus primeiros passos
brincadeiras nas suas fontes.

Pelas ermidas de Aldeia.
Por chafarizes e pontes.
Suas brincadeiras a final,
a sua escola, os seus montes.

Por encima de autarquias
desde Galiza a Aiamonte
foi a vida de Adelaide.
Caminhos de Trás-os-Montes.

Em procurar a verdade
foi Fátima pelos caminhos.
Saúde de os doentes,
que choravam seu destino.

No meu coração eu tenho,
um altar para meus santos.
Para mi santa Adelaide,
vai a ser um de tantos.

Milagre de uma existência.
Meu ser sana, eu o sento.
A sentir-te tão pertinho.
Também o céu ou tenho perto.

Nove décadas no mundo.
A final teu céu chegou.
Desde ele segues servindo
que o teu amor não morreu.

Adelaide o Irmã Fátima,
os dois nomes de teu ser.
Em o sentir da tua alma
ta grande amor de mulher.

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